Polícia abre inquérito contra João de Deus por suposta venda de pedras preciosas falsas

O Ministério Público e a Polícia Civil abriram uma nova linha de investigação contra João Teixeira de Faria, médium conhecido como João de Deus, segundo o jornal Folha de S. Paulo. Os órgãos investigam o líder espiritual por, supostamente, vender pedras preciosas falsas como se fossem verdadeiras. João foi acusado nas últimas semanas por centenas de mulheres por abuso sexual.

A acusação foi feita através de uma denúncia de um negociador de João, cujo nome é mantido em sigilo, e gerou um inquérito de estelionato na Delegacia de Investigações Criminais de Goiânia.

Em depoimento prestado no último domingo, o líder espiritual foi questionado sobre esta irregularidade e afirmou que não emitia certificados para estas vendas, diz o Extra.

João Teixeira de Faria já teve garimpos nas regiões de Santa Terezinha e Crixás e, atualmente, faz essa atividade em sua propriedade rural em Pilar de Goiás.

O centro de atendimento de João, em Abadiânia, era um dos espaços em que esses cristais eram vendidos.

Os investigadores, de acordo com a Folha, trabalham nestes relatos, que ainda são genéricos, mas afirmam que a principal investigação neste momento é a dos abusos sexuais.

19/12/2018